Pois é meu Piolho, não imaginas as saudades que eu tenho de ouvir a tua voz, da maneira que me olhavas, da facilidade que tinhas de me fazer rir, e principalmente do jeito que me acordavas.
É incrível como estiveste sempre lá para mim, e mesmo afastado continuas a dar tudo por tudo para continuarmos em contacto e para que nada te escape. Eu fico contente e bastante orgulhosa por saber que fazes dos meus problemas os teus.
Aprendeste a ler os meus olhos e os meus sinais, aprendeste a lidar com o meu feitio, e conseguiste perceber sempre quando eu não estava bem e quando escondia as coisas para não ter que dar explicações; tu compreendeste sempre tudo.
Aprendeste a ler os meus olhos e os meus sinais, aprendeste a lidar com o meu feitio, e conseguiste perceber sempre quando eu não estava bem e quando escondia as coisas para não ter que dar explicações; tu compreendeste sempre tudo.
Contigo aprendi o antes e o após, aprendi a lidar com as consequências dos meus actos. Aprendi amar e aceitar.
Sempre fomos duas metades que se completavam como se fossem peças de puzzle. Como eu já te disse, eu era capaz de dar a vida e a alma por ti. Eu dar-te-ia o mundo se pudesse. Faço qualquer coisa por ti, acredita em mim, Piolho.
És muito precioso. És simples, natural e fácil de lidar. Mas tu sabes e escuso de estar sempre a repeti-lo.. Eu amo-te, e credita que irei fazer de tudo para que tudo o que construímos dure durante muitos anos.
devo-te tudo.